O roqueiro brasileiro Léo Jaime costuma que a Indústria do Cinema da California arrastou para a California as mulheres mais lindas do mundo ao longo do Século 20 -- e essas mulheres tiveram filhas, que tiveram netas, bisnetas e tataranetas, quase todas de uma beleza majestosa. As décadas passam, e a maior concentração de belas mulheres da América permanece por lá. Dá até medo pensar que um terremoto de proporções bíblicas prometido para a Costa do Pacífico pode, de uma hora para outra, varrer da face da Terra esse fabuloso esquedrão feminino. Pois bem: Rebecca Romijn é uma dessas "dream babes". Aos 48 anos de idade, essa linda e adorável california girl com pedigrée holandês consegue manter vivo e praticamente intacto o mesmo frescor e o mesma joie de vivre de quando começou sua carreira de modelo em Paris no final dos Anos 80. Do alto de seus 1.82m, a louraça esbanja versatilidade. Tanto que, quando sua carreira de modelo começou a esfriar, ela rapidamente enveredou pelo cinema, pela TV e pela música, sempre com charme e desenvoltura invejáveis. Brilhou como a sexy e escultural mutante azul Mystique nos 3 primeiros filmes da série X-Men -- mas sua prova de fogo como protagonista foi em Femme Fatale, o mais sexy e sensorial (e o menos hitchcockiano) de todos os thrillers de Brian De Palma. Com sua beleza ímpar, nossa musa conseguiu roubar para si praticamente todas as cenas em que participou, e para isso nem precisou fazer uso de eloquentes dotes dramáticos. Por alguma razão, no entanto, ela optou por não insistir muito no cinema, e apostou suas fichas em propostas que recebeu para fazer séries de TV, onde teve uma acolhida extremente calorosa. Encantou muitos marmanjos na série Eastwick. Nos últimos anos, deu o ar de sua graça em The Librarians. E do ano passado para cá ela passou a fazer parte da tripulação feminina de Star Trek Discovery, levando a libido de seus admiradores onde ela jamais esteve. É ou não é um sonho de mulher? (Chico Marques)
Léa Seydoux é filha do empresário Henri Seydoux e Valérie Schlumberger. Ela tem uma irmã mais velha (três anos a mais que ela), a quem é muito próxima desde que era pequena, Camille - que é sua personal stylist e que Léa descreve como original e engraçada. Para le JDD, Léa disse “Camille sempre me protegeu muito. Ela comprou meu primeiro kit de maquiagem, ela deixava presentes debaixo do meu travesseiro, me fazia roupas. Ela é minha aliada, nós somos como uma só”. Léa tem outros cinco irmãos. A família de Léa por parte de pai, os Seydoux, são muito conhecidos na França - seu avô, Jérôme Seydoux, é CEO da Pathé; seu tio-avô, Nicolas Seydoux, é CEO da Gaumont; seu outro tio-avô, Michel Seydoux, também um produtor de cinema, é atualmente o CEO do Lille Football Club, LOSC, e seu próprio pai é CEO da companhia francesa Parrot. Léa nasceu no 16º distrito de Paris (Passy), mas cresceu no 6º distrito, em Saint Germain. Ela teve uma educação rigorosa e austera, devido à su...
































































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