O roqueiro brasileiro Léo Jaime costuma que a Indústria do Cinema da California arrastou para a California as mulheres mais lindas do mundo ao longo do Século 20 -- e essas mulheres tiveram filhas, que tiveram netas, bisnetas e tataranetas, quase todas de uma beleza majestosa. As décadas passam, e a maior concentração de belas mulheres da América permanece por lá. Dá até medo pensar que um terremoto de proporções bíblicas prometido para a Costa do Pacífico pode, de uma hora para outra, varrer da face da Terra esse fabuloso esquedrão feminino. Pois bem: Rebecca Romijn é uma dessas "dream babes". Aos 48 anos de idade, essa linda e adorável california girl com pedigrée holandês consegue manter vivo e praticamente intacto o mesmo frescor e o mesma joie de vivre de quando começou sua carreira de modelo em Paris no final dos Anos 80. Do alto de seus 1.82m, a louraça esbanja versatilidade. Tanto que, quando sua carreira de modelo começou a esfriar, ela rapidamente enveredou pelo cinema, pela TV e pela música, sempre com charme e desenvoltura invejáveis. Brilhou como a sexy e escultural mutante azul Mystique nos 3 primeiros filmes da série X-Men -- mas sua prova de fogo como protagonista foi em Femme Fatale, o mais sexy e sensorial (e o menos hitchcockiano) de todos os thrillers de Brian De Palma. Com sua beleza ímpar, nossa musa conseguiu roubar para si praticamente todas as cenas em que participou, e para isso nem precisou fazer uso de eloquentes dotes dramáticos. Por alguma razão, no entanto, ela optou por não insistir muito no cinema, e apostou suas fichas em propostas que recebeu para fazer séries de TV, onde teve uma acolhida extremente calorosa. Encantou muitos marmanjos na série Eastwick. Nos últimos anos, deu o ar de sua graça em The Librarians. E do ano passado para cá ela passou a fazer parte da tripulação feminina de Star Trek Discovery, levando a libido de seus admiradores onde ela jamais esteve. É ou não é um sonho de mulher? (Chico Marques)
JULIA ORMOND: UMA INGLESA LINDA E TALENTOSÍSSIMA, QUE INFELIZMENTE ENVELHECEU MUITO RÁPIDO (E MUITO MAL)
Desde muito jovem, a ambição da inglesa Julia Karin Ormond era tornar-se uma artista abstrata. Tinha jeito para a coisa. Presenteava família e amigos com seus quadros durante a adolescência. Mas começou a estudar também Artes Dramáticas em Londres. Resultado: deixou os pincéis de lado e virou atriz profissional. Em 1989 foi premiada pela Associação dos Críticos Teatrais de Londres como atriz revelação do ano. Do teatro passou para a televisão. Seu primeiro trabalho foi uma minisérie intitulada Capital City (1989). Em seu segundo trabalho para a TV, Young Catherine (1991), veio a conhecer Rory Edwards também do elenco, que se tornaria seu marido. Mas o casamento durou pouco, pois ela não parava de crescer como atriz e ele não conseguia sair da semi-obscuridade – sim, a mesma velha trama de “Nasce Uma Estrela”. No início dos Anos 90, Julia ganhou vários Emmys e Golden Globes pelo seu trabalho na série Traffic e no telefilme Stalin, onde contracenou com Robert Duvall. E então, brilh...
































































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