Susan Alexandra Weaver nasceu numa família de classe média alta em Manhattan, estudou nas melhores escolas e passou boa parte de sua juventude envolvida com o grupo de teatro de seu amigo teatrólogo Christopher Durang e suas comédias surreais. Alta, classuda e dona de um corpo espetacular, ela adotou o nome Sigourney por conta de uma personagem de "O Grande Gatsby", de F Scott Fitzgerald. Começou a fazer cinema não porque morrese de amor pela Sétima Arte, mas porque os cachês valiam a pena e ajudavam a produzir as peças off-off-Broadway de Durang. Depois de encarar vários papeis, ficou mundialmente conhecida através de sua personagem Ellen Ripley em "Allen"(1979), estranho filme de Ridley Scott que inesperadamente virou um sucesso estrondoso, gerando uma série de sequências milionárias. Desde então, Sigourney virou uma espécie de prisioneira de filmes sci-fi de alto orçamento. Ficou rica com Ripley. E até que conseguiu abrir o leque e escolher papéis bem pouco óbvios entre um "Alien" e outro. Brilhou em dramas como "A Montanha dos Gorilas" e "O Mapa do Mundo", e em comédias como "Uma Secretária de Futuro" e os dois primeiros "Ghostbusters". Um filme muito curioso na carreira de Sigourney é "Galaxy Quest" (1999), uma paródia divertidíssima de "Star Trek", onde ela foi à forra com sua sina de Sci-Fi Queen. Altamente recomendável também é "O Ano Em Que Vivemos Perigosamente" (The Year Of Living Dangerously, 1982), de Peter Weir, onde ela contracena com Mel Gibson numa aventura de suspense na Indonésia passada em 1965. Sigourney recebeu uma quantidade enorme de indicações a prêmios, e levou pra casa dois Golden Globes, dois BAFTAs, dois Prêmios Saturn, entre vários outros. Oscar, até agora, nenhum. Mas, na verdade, ela não está nem aí para isso. Aos 71 anos de idade, continua uma bela mulher, e até hoje produz e atua nas comédias maluquinhas de Christopher Durang. (Chico Marques)
Léa Seydoux é filha do empresário Henri Seydoux e Valérie Schlumberger. Ela tem uma irmã mais velha (três anos a mais que ela), a quem é muito próxima desde que era pequena, Camille - que é sua personal stylist e que Léa descreve como original e engraçada. Para le JDD, Léa disse “Camille sempre me protegeu muito. Ela comprou meu primeiro kit de maquiagem, ela deixava presentes debaixo do meu travesseiro, me fazia roupas. Ela é minha aliada, nós somos como uma só”. Léa tem outros cinco irmãos. A família de Léa por parte de pai, os Seydoux, são muito conhecidos na França - seu avô, Jérôme Seydoux, é CEO da Pathé; seu tio-avô, Nicolas Seydoux, é CEO da Gaumont; seu outro tio-avô, Michel Seydoux, também um produtor de cinema, é atualmente o CEO do Lille Football Club, LOSC, e seu próprio pai é CEO da companhia francesa Parrot. Léa nasceu no 16º distrito de Paris (Passy), mas cresceu no 6º distrito, em Saint Germain. Ela teve uma educação rigorosa e austera, devido à su...































































































































































































































































































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