A inigualável Catherine Deneuve conseguiu realizar um feito notável logo em seus primeiros anos de carreira na década de 60: virou modelo de elegância e de beleza e se afirmou como uma das mais respeitadas atrizes do cinema mundial -- tudo ao mesmo tempo. Nascida Catherine Fabienne Dorléac, filha do ator de teatro e cinema Maurice Dorleác e irmã da também atriz Françoise Dorléac, ela estreou no cinema aos 13 anos, em 1956, e durante a adolescência trabalhou em diversos filmes com o diretor Roger Vadim, até chegar ao estrelato mundial em 1964, ao lado da irmã Françoise, em Os Guarda Chuvas do Amor, obra-prima de Jacques Demy. Na segunda metade dos Anos 60, representou mulheres frias e inacessíveis -- vide A Bela da Tarde de Luis Buñuel e Repulsa ao Sexo de Roman Polanski --, e se transformou num dos símbolos sexuais mais enigmáticos, menos transparentes e mais fascinantes desde Greta Garbo. Ao longo dos anos 1960, 1970, 1980 e 1990, Catherine desenvolveu uma carreira absolutamente espetacular, brilhando em grandes filmes dos mais notáveis realizadores europeus. Só que Catherine, ao contrário de muitas estrelas de cinema, jamais foi atriz exclusiva de realizadores consagrados e sempre confiou em jovens diretores emergentes. Bastava um roteiro lhe agradar e sua participação em qualquer produção já estava assegurada, fosse quem fosse o diretor. Com seu prestígio nas bilheterias, ela ajudou a revelar muitos jovens talentos, que lhe são eternamente agradecidos. Sinônimo de beleza francesa, Catherine virou a musa da do estilista Yves Saint Laurent e o rosto dos perfumes Chanel por mais de duas décadas -- e de quebra substituiu Brigitte Bardot como a efígie de Marianne, a figura feminina oficial da República da França, estampada nos selos e nas moedas do país. Foi casada com o diretor Roger Vadim e também com o famoso fotógrafo de moda londrino David Bailey, em quem o Michelangelo Antonioni se baseou para criar o fotógrafo interpretado por David Hemmings em Blow-Up. Após o fim do segundo casamento, passou a colecionar namorados famosos: entre eles, Marcello Mastroianni (com quem teve uma filha, Chiara) e Serge Gainsbourg. Aos 77 anos de idade, Catherine Deneuve permanecia na ativa, fazendo uma média de 3 a 4 filmes por ano, até poucos meses atrás. Está se recuperando de um AVC. Mas, ao que consta, está bem, e recuperando aos poucos. Continua uma bela mulher, com seus traços clássicos preservados. Optou por envelhecer com dignidade, fazendo uso de intervenções corretivas em seu rosto e em seu corpo, mas sem deixar se desfigurar com excesso de botox, silicone e cirurgias plásticas. Uma mulher sábia. E maravilhosa. (Chico Marques)
Léa Seydoux é filha do empresário Henri Seydoux e Valérie Schlumberger. Ela tem uma irmã mais velha (três anos a mais que ela), a quem é muito próxima desde que era pequena, Camille - que é sua personal stylist e que Léa descreve como original e engraçada. Para le JDD, Léa disse “Camille sempre me protegeu muito. Ela comprou meu primeiro kit de maquiagem, ela deixava presentes debaixo do meu travesseiro, me fazia roupas. Ela é minha aliada, nós somos como uma só”. Léa tem outros cinco irmãos. A família de Léa por parte de pai, os Seydoux, são muito conhecidos na França - seu avô, Jérôme Seydoux, é CEO da Pathé; seu tio-avô, Nicolas Seydoux, é CEO da Gaumont; seu outro tio-avô, Michel Seydoux, também um produtor de cinema, é atualmente o CEO do Lille Football Club, LOSC, e seu próprio pai é CEO da companhia francesa Parrot. Léa nasceu no 16º distrito de Paris (Passy), mas cresceu no 6º distrito, em Saint Germain. Ela teve uma educação rigorosa e austera, devido à su...


































































































































































































































































































































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