Dizem as más línguas que Britt Ekland só conseguiu se sobressair à infinidade de clones de Brigitte Bardot que pipocavam pela Europa nos Anos 1960 por ter encantado Peter Sellers e virado sua namorada -- e depois sua mulher. Isso é maldade. Britt tinha talento. Claro que a publicidade em torno do casamento ajudou bastante. Mas o problema é que ela era tão linda que ninguém conseguia ver isso com clareza. Pequenininha e com um sorriso arrebatador, Britt trazia ua bagagem considerável com atriz e modelo na Suécia, onde passou infância e adolescência. Ao lado de Sellers, ela fez apenas dois filmes: A excelente comédia "O Fino da Vigarice" (After the Fox, 1966), com roteiro de Neil Simon e direção de Vittorio de Sica, e uma bobagem inclassificável intitulada "Toureiro Sem Sorte" (The Bobo, 1967), filme que, de tão ruim, chega até a ser engraçado. A verdade é que a carreira de Britt ganhou projeção pra valer nos Estados Unidos depois que se separou de Sellers, que era completamente louco e intratável. Foi com a filme "A Garota Que Inventou O Strip-Tease" (The Night They Raided Minsky's , 1968). Britt virou estrela da noite para o dia, foi capa de Esquire e sabe-se lá mais quantas revistas, e tudo indicava que ela seria a nova Brigitte Bardot. Depois disso, ela participou de vários filmes que foram bem de bilheteria, como o thriller "Get Carter" (1971, com Michael Caine) e o filme de horror clássico "O Sacrifício" (The Wicker Man, 1973). Mas a notoriedade mundial mesmo veio quando ela decidiu virar bondgirl em "007 - O Homem Com A Pistola de Ouro" (1974), ao lado de Roger Moore e Christopher Lee. Foi, com certeza, a bondgirl mais marcante dos filmes de James Bond na década de 1970. Mas não soube aproveitar bem seu sucesso mundial. Casou-se com Rod Stewart, que escreveu para ela canções como "Tonight's The Night" e "You're In My Heart", e resolveu deixar Hollywood meio de lado para virar cantora. Mas depois que os dois se separaram, caiu a ficha da bobagem que havia feito. Depois de dois ou três anos distante das telas, ninguém mais a chamava para coisa alguma, e ela nunca mais conseguiu achar um norte para sua carreira. Chegou a brilhar num pequeno papel na comédia "Casanova & Companhia" (1977), ao lado de Tony Curtis, onde conseguiu se sobressair num elenco repleto de mulheres belíssimas como Marisa Berenson, Sylva Koscina, Marisa Mell e várias outras. Mas foi um momento isolado em sua carreira, infelizmente -- o fato é que ela nunca mais conseguiu a pepel artisticamente decente. As fotos mais recentes de Britt Ekland que andaram sendo divulgadas são assustadoras. Exemplarmente mal botocada e com a pele extremamente esticada, restou muito pouco (quase nada) daquela loira escandinava lindíssima que encantou a todos nós nos anos 1960 e 1970. Fica aqui este resgate emocional fotográfico desta mulher lindíssima e inesquecível. É tudo o que restou -- a ela e a nós. (Chico Marques)
Léa Seydoux é filha do empresário Henri Seydoux e Valérie Schlumberger. Ela tem uma irmã mais velha (três anos a mais que ela), a quem é muito próxima desde que era pequena, Camille - que é sua personal stylist e que Léa descreve como original e engraçada. Para le JDD, Léa disse “Camille sempre me protegeu muito. Ela comprou meu primeiro kit de maquiagem, ela deixava presentes debaixo do meu travesseiro, me fazia roupas. Ela é minha aliada, nós somos como uma só”. Léa tem outros cinco irmãos. A família de Léa por parte de pai, os Seydoux, são muito conhecidos na França - seu avô, Jérôme Seydoux, é CEO da Pathé; seu tio-avô, Nicolas Seydoux, é CEO da Gaumont; seu outro tio-avô, Michel Seydoux, também um produtor de cinema, é atualmente o CEO do Lille Football Club, LOSC, e seu próprio pai é CEO da companhia francesa Parrot. Léa nasceu no 16º distrito de Paris (Passy), mas cresceu no 6º distrito, em Saint Germain. Ela teve uma educação rigorosa e austera, devido à su...









































































































































































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