Maggie Gyllenhaal é filha do diretor de cinema Stephen Gyllenhaal e da produtora de cinema e roteirista Naomi Foner Gyllenhaal, além de irmã mais velha do ótimo ator Jake Gyllenhaal. Seu pai vem de uma família de nobres suecos. Já sua mãe é uma ex-professora judia do Brooklyn. Maggie cresceu entre Nova York e Los Angeles depois que seus pais se separaram. Seu curriculum escolar é no mínimo curioso. Em 1995, ela decidiu estudar literatura e religiões orientais na Columbia University, e se formou em 1999 como Bacharel em Artes. Depois disso, seguiu para Londres estudar na Royal Academy of Dramatic Arts. De volta aos Estados Unidos, foi fazer cinema e teatro, tudo ao mesmo tempo. Sua estreia no cinema aconteceu em 1992 com "Terra D'Água". Trabalhou em diversas ocasiões ao lado de seu pai e de seu irmão, mas só foi chamar a atenção de Hollywood a partir do sucesso de "Donnie Darko" (2001), onde faz um pequeno mas marcante papel. Seu primeiro papel como protagonista veio no ano seguinte em "Secretária", de Steven Shainberg, quando o crítico Stephen Holden, do The New York Times, publicou um elogio rasgado: "O papel de Lee em que Maggie Gyllenhaal interpretou com uma delicadeza e doçura contida em quadrinhos, deve fazer dela uma estrela". O desempenho de Maggie valeu-lhe o prêmio National Board of Review of Motion Pictures na categoria Melhor Performance de uma Revelação, além de indicações ao Golden Globe e ao Independent Spirit Award. Em 2002, teve a oportunidade de trabalhar em dois projetos do grande roteirista Charlie Kaufman. O primeiro foi "Adaptação", dirigido por Spike Jonze. E o segundo foi "Confissões de Uma Mente Perigosa", que marcou a estreia na direção de George Clooney. Na sequência, fez uma série de filmes bem descolados como "40 Dias e 40 Noites" (2002), "O Sorriso de Mona Lisa" (2003), "Casa De Los Babys" (2003), "Criminal" (2004), "Nove Rainhas" (2004), "Finais Felizes" (2005), "Totalmente Apaixonados" (2005), "Mais Estranho Que A Ficção" (2006) e "Sherrybaby" (2006). Todos eles filmes bons o suficiente para estabelecer seu rosto com destaque em meio a elencos de apoio. E então... "Batman The Dark Knight" (2008) aconteceu na vida de Maggie Gyllenhaal e virou tudo de ponta cabeça de uma hora pra outra. Ela se surpreendeu quando viu que ganhou subitamente um público extenso, que nunca havia prestado a atenção devida nela antes. Passou a ser citada nas listas das mulheres mais lindas e mais quentes do cinema americano, e seu passe no mercado foi para as alturas com o sucesso do filme de Christopher Nolan. Mesmo assim, Maggie continuou a escolher papéis nada óbvios e sempre fugir dos atalhos fáceis para sua carreira. Casada com o excelente ator Peter Sarsgaard, Maggie está brilhando atualmente como uma prostituta na série HBO "The Deuce", ambientada na barra pesada do Times Square dos Anos 70, que acaba de encerrar sua segunda temporada e já tem a terceira confirmada. Está no melhor momento de sua carreira. Uma atriz absolutamente incomum. (Chico Marques)
JULIA ORMOND: UMA INGLESA LINDA E TALENTOSÍSSIMA, QUE INFELIZMENTE ENVELHECEU MUITO RÁPIDO (E MUITO MAL)
Desde muito jovem, a ambição da inglesa Julia Karin Ormond era tornar-se uma artista abstrata. Tinha jeito para a coisa. Presenteava família e amigos com seus quadros durante a adolescência. Mas começou a estudar também Artes Dramáticas em Londres. Resultado: deixou os pincéis de lado e virou atriz profissional. Em 1989 foi premiada pela Associação dos Críticos Teatrais de Londres como atriz revelação do ano. Do teatro passou para a televisão. Seu primeiro trabalho foi uma minisérie intitulada Capital City (1989). Em seu segundo trabalho para a TV, Young Catherine (1991), veio a conhecer Rory Edwards também do elenco, que se tornaria seu marido. Mas o casamento durou pouco, pois ela não parava de crescer como atriz e ele não conseguia sair da semi-obscuridade – sim, a mesma velha trama de “Nasce Uma Estrela”. No início dos Anos 90, Julia ganhou vários Emmys e Golden Globes pelo seu trabalho na série Traffic e no telefilme Stalin, onde contracenou com Robert Duvall. E então, brilh...
























































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